Como tudo começou…

Em janeiro do ano passado eu adquiri este computador, um Athlon XP AMD 64, placa-mãe Asus K8V X-SE, com placa de vídeo offboard ATI Radeon 9250 Pro. Como eu estava querendo uma máquina “turbinada”, optei logo pelo processador 64 bits. Se eu soubesse que iria dar tantos problemas…

Como eu não sabia instalar nada e o computador veio sem sistema operacional, meu irmão tratou logo de instalar o Windows, que era, na época, o XP SP1, com anti-vírus da McFee. Eu estava no RJ e, quando voltei pra casa e fui navegar na internet, não demorou muito e peguei vírus. Consegui uma cópia do Windows xp sp2 e, mesmo sozinho, consegui formatar e reinstalar o sistema. Mas pedi a um amigo que instalasse também o linux, que na época, era o Mandriva Powerpack 2006 AMD64, ficando assim com um dual boot, gerenciado pelo lilo.

Com o tempo, aprendi que para se instalar as coisas no linux era muito difícil, não conseguia navegar na internet, que já era uma banda de rede “meio-larga”, com todos os plugins instalados, como java e flash player. E a minha insatisfação ficou ainda maior quando eu descobri que simplesmente não existe estes plugins para a plataforma 64 bits!!

Mas eu continuei usando o linux também, não como um sistema primário, mas como escola mesmo. Ele tem um visual muito mais bonito que o xispê, o que me impresionava. Era o ambiente gráfico KDE.

Como eu sempre pegava “malwares” no windows, sempre formatava por conta disso, acabava instalando outras distribuições de linux, no lugar do saudoso Mandriva. Daí foram: Kurumin, Debian, Famelix, Ubuntu…

Algumas foram com kernel 32 e outras com 64 bits. Eu descobri que com os sistemas com kernel 32 bits, como o Kurumin e Famelix, por exemplo, dava problema de boot. Explicando melhor: ao ligar o computador e escolhendo o boot pelo linux, o kernel iniciava mas, quando chegava no ambiente de carregamento do modo gráfico, simplesmente parava e a tela ficava preta!

Conseqüência de minha placa gráfica. Daí eu percebi que só poderia utilizar kernel x86_64. Aí eu caía no problema dos plugins… Que dilema! Isso acabava me irritando muito.

Este ano, cansado dos bugs do windows e seus malwares diversos migrei completamente para o ubuntu, na versão 6.06, a Dapper Drake, pois eu descobri que havia bastante tutorial na internet. Daí eu descobri o plugin para flash, o nspluginwrapper. Com isso, fiquei tão satisfeito que passei a me dedicar a aprender realmente o sistema, e não ficar simplesmente instalando uma distribuição após outra, simplesmente para ver se havia alguma facilidade ou novidades.

Como esta versão, a 6.06 LTS não habilitava minha multifuncional no modo scanner, somente no modo impressora, eu testei por fim a versão que era a atual na época, em agosto deste ano, o 7.04 Feisty Fawn, que uso até agora.

Em outubro, quando surgiu a versão nova de Ubuntu (ela é atualizada para uma versão nova a cada 6 meses!), eu tratei de me atualizar também. Era a versão 7.10 Gutsy Gibbon. Porém, como esta versão deu muitos bugs em meu computador, acabei voltando para a versão anterior mesmo.

Meu próximo upgrade será somente em abril do ano que vem, com a versão 8.04 LTS, se funcionar em minha máquina!

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