Instale Youtube-dl no Ubuntu e baixe vídeos em vários sites de um jeito bem simples e rápido

Precisando baixar vídeos na Internet? Que tal instalar e experimentar o Youtube-dl?  Ele é uma ferramenta de linha de comando que permite baixar vídeos do YouTube e outros sites semelhantes de um jeito bem simples e rápido.

youtube-dl

O aplicativo vem com muitos recursos úteis, ele traz opções para especificar a qualidade / formato de vídeo, adicionar o título original para o nome do arquivo de vídeo baixado, suportar proxy, extrair automaticamente áudio de vídeos baixados e muito mais. Recentemente, ele recebeu suporte a mais 17 novos sites: hotnewhiphop.com, auengine.com, gamespot.com, RingTV, wat.tv, traileraddict.com, tu.tv, instagram.com, Statigr.am, break.com, tudou.com, Jukebox, Wimp.com, CSpan, 3sat, brightcove.com e archive.org.

Além de sites adicionados recentemente, youtube-dl também suporta: YouTube (além de vídeos individuais também suporta listas de reprodução, pesquisas e vídeos do usuário), metacafe.com, vídeo do Google (incluindo pesquisas), Pinsthotobucket, Dailymotion, DepositFiles, blip.tv, Vimeo, myvideo.de, The Daily Show / Colbert Nation, The Escapist, CollegeHumor, arte.tv, Soundcloud, xvideos, infoq, mixcloud, Stanford Open Content, Youku, MTV, Xnxx, Google Plus e há também um downloader genérico que funciona com alguns outros sites.

Em comparação com a versão disponível nos repositórios do Ubuntu (13,04, 12.10 ou 12.04), existem muitas outras mudanças no youtube-dl mais recente (versão 2013.07.08.1), incluindo:

  • Melhor suporte para assinaturas criptografadas no Youtube;
  • Melhor suporte para vídeos de ArteTv;
  • Vimeo: permite fazer download de vídeos protegidos por senha;
  • YouTube: Um monte de trabalho para baixar vídeos VEVO;
  • Corrigido o download de vídeos do Google+;
  • Adicionado suporte para baixar legendas transcritas automáticas;
  • Adicionado suporte para baixar legendas em formato WebVTT (vtt);
  • Melhor suporte para campos de assinatura de criptografia do YouTube;Suporte ao download de feed subscrição do YouTube;
  • Dailymotion: corrigido o download do vídeo na qualidade máxima;
  • Corrigido o bash completion.

Instalar o Youtube-dl no Ubuntu

sudo apt-get install youtube-dl

Depois de instalado, para baixar um vídeo, basta use o seguinte comando em um terminal:

youtube-dl http://VIDEO_URL

Fonte:

http://www.edivaldobrito.com.br/instale-youtube-dl-no-ubuntu-e-baixe-videos-na-linha-de-comando/

BlackArch Linux – Uma nova distribuição para Pentesters

blackarch

Uma boa novidade para os profissionais de segurança: BlackArch! Para quem, assim como eu, gosta de como as coisas funcionam no Arch Linux essa é uma notícia particularmente boa, visto que o BlackArch não se trata realmente de uma nova distribuição, mas sim de uma extensão para o Arch Linux. Como assim? Bom, você possui duas opções para utilizar o BlackArch, sendo uma delas como uma distribuição completa, através de um Live CD, por exemplo, e a outra como uma extensão (um repositório de pacotes) para o Arch Linux, onde você poderá apenas inserir um repositório em sua já existente distribuição Arch Linux e ter acesso ao conjunto de ferramentas do BlackArch.

O BlackArch, atualmente, possui suporte para as arquiteturas i686 e x86_64, com previsão de suporte para ARM em breve (Sim, meu RaspBerry poderá se tornar uma ferramenta para pentests). No mais, o BlackArch hoje possui mais de 600 ferramentas, estando este número crescendo constantemente, e utiliza grupos modulares de pacotes, facilitando a instalação dos mesmos.

A ISO Live trás diversos gerenciadores de janelas ou ambientes gráficos, como o dwm, Fluxbox, Openbox, Awesome, Wmii, i3 e Spectrwm. É claro, ele também trás um instalador capaz de instalar a partir do fonte.

Dentre as ferramentas existentes estão: 3proxy, 42zip, acccheck, aesfix, against, airflood, airoscript, bluepot, blueprint, braces, bss, bully, cisco-ocs, cmospwd, dbd, dc3dd, deblaze, dhcpig, enumiax, fakedns, … Vocẽ não espera que eu liste todos os mais de 600, certo?

openbox

Configurando como um Repositório Não-Oficial

Se você já possui o Arch Linux instalado e deseja apenas inserir o BlackArch como um repositório em sua distro, execute os seguintes comandos como root, os quais servirão para assinar os pacotes: (Se você não possui o Arch Linux instalado e/ou simplesmente deseja rodar o Live CD ou instalar o mesmo por completo, seja em uma máquina física ou virtual, siga para a seção Instalando o BlackArch Linux utilizando a Live-ISO)

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 # wget -q http://blackarch.org/keyring/blackarch-keyring.pkg.tar.xz{,.sig}

 # gpg --keyserver hkp://pgp.mit.edu --recv 4345771566D76038C7FEB43863EC0ADBEA87E4E3

 # gpg --keyserver-o no-auto-key-retrieve --with-f blackarch-keyring.pkg.tar.xz.sig

 # pacman-key --init

 # rm blackarch-keyring.pkg.tar.xz.sig

 # pacman --noc -U blackarch-keyring.pkg.tar.xz

Em seguida, adicione as seguintes linhas ao seu arquivo /etc/pacman.conf:

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  [blackarch]
  Server = <mirror_site>/$repo/os/$arch

Substitua <mirror_site> por um mirror de sua escolha, preferencialmente um dos mirrors oficiais contidos neste link.

Uma vez que você tenha seguido os passos acima, execute:

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 $ sudo pacman -Syyu

Instalando os pacotes

Agora que você já preparou o terreno assinando e configurando o repositório do Black Arch, basta instalar os pacotes em seu Arch Linux.

Para listar todas as ferramentas disponíveis, execute:

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 $ sudo pacman -Sgg | grep blackarch | cut -d' ' -f2 | sort -u

Para instalar todas as ferramentas, execute:

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 $ sudo pacman -S blackarch

Para instalar uma categoria de ferramentas, execute:

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 $ sudo pacman -S blackarch-<categoria>

Para ver as categorias existentes no BlackArch, execute:

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 $ sudo pacman -Sg | grep blackarch

Instalando o BlackArch Linux utilizando a Live-ISO

Antes de mais nada, baixe a ISO a partir do site oficial.

Em seguida, dê boot na ISO e instale o script de instalação do BlackArch:

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 $ sudo pacman -S blackarch-install-scripts

Agora, basta instalar:

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 # blackarch-install

Fonte:

http://blog.marcelocavalcante.net/blog/2014/01/30/blackarch-linux-uma-nova-distribuicao-para-pentesters/

Instalação e Configuração Inicial do XFCE

Siga os seguintes passos:

1 – Instalação do Apt-Fast

Primeiramente, devemos instalar o apt-fast. Ele não é obrigatório, no entanto, recomento a todos os utilizadores. Pois ele aumenta a velocidade de download de programas e atualização do Ubuntu. Como vamos realizar diversas instalações, ele com certeza é um grande diferencial para agilizar esta tarefa.

$ sudo add-apt-repository ppa:apt-fast/stable -y && sudo apt-get update
$ sudo apt-get install axel apt-fast

Não se preocupe com as perguntas que aparecerão. Deixe como o padrão, apenas de OK.

2 – Instalação do XFCE

$ sudo apt-fast install xubuntu-desktop

Após a instalação reinicie o computador. Na hora de realizar o login deve-se escolher a Sessão do XFCE.

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Se você notar, existe dois tipos de opção: Sessão do XFCE e Sessão do Xubuntu. Deve-se escolher a primeira. Por que ela é a mais completa, trazendo em si todo o poder do ratinho.

Escolhendo a segunda opção, você terá uma mistura do Ubuntu com o XFCE, clique em OK e depois insira a sua senha.

Assim que o XFCE estiver iniciado, ele lhe mostrará uma caixa de diálogo com uma pegunta. Clique em Usar configuração padrão:

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Logo após será mostrada a Área de Trabalho:

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3 – Configurações Iniciais

Agora realizaremos as primeiras configurações do nosso novo ambiente. Para isto, vá no Menu de aplicativos > Configurações > Gerenciador de Configurações.

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O seguinte programa se abrirá:

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Clique na primeira opção: Ajustes do Gerenciador de Janelas

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Vá até a última aba, Compositor. Nela habilite todas as opções, como mostrado abaixo:

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Você notará imediatamente a mudança na aparência das janelas.

Estas opções habilitam a composição gráfica da tela. Permitindo que programas como o Cairo-Dock possam funcionar corretamente.

Pode ocorrer um certo crash no XFCE. Por isto, reinicie a sessão. Vá no conto superior direito da barra de tarefas e clique no seu nome de usuário, depois em Sair.

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Desmarque a opção Salvar sessão para próximos inícios e clique em Encerrar sessão.

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Logo após, faça login novamente na Sessão do XFCE.

Vá novamente até o Gerenciador de Configurações e clique em Aparência.

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Você notará diversas abas na janela que aparecerá. Mas, neste momento nos preocuparemos com a aba Fontes. Nela marque as opções como abaixo:

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Estas opções permitem uma melhor Renderização das fontes. Tornando elas mais legíveis e bonitas.

Clique no botão Todas as configurações:

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Selecione Gerenciador de Janelas:

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Vá na aba Avançados e desmarque a opção abaixo:

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Isto fara com que toda janela que encostar nas bordas da tela tem o feito de Grade. Para ver em ação, seleciona uma janela que permita redimensionamento (as janelas de configurações não permitem) e araste ela até as bordas da tela.

Se não notar, não se preocupe. Assim que personalizarmos o XFCE você notará com mais facilidade.

Clique em Todas as configurações. Depois selecione Mídias e Unidades Removíveis e marque as opções abaixo:

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Elas farão que todo CD, Pendrive ou qualquer outra mídia removível, quando inserida seja automaticamente montada. Ficando prontas para uso.

Por causa disto elas são opções que considero altamente importantes.

Clique no botão Fechar. No Gerenciador de Configurações seleciona a opção Teclado:

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Vá até a aba Atalhos de aplicativos. Dê dois cliques onde está escrito <Alt>F3:

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Aparecerá uma janela onde você deverá digitar o comando de teclado que abrirá o Menu do XFCE. Este menu é parecido com o do Unity, onde pode-se pesquisar os programas.

Portanto, tecle a tecla Windows, espere um pouco e largue:

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No Ubuntu 12.10 existe um bug no XFCE, que faz com que o menu demore alguns segundos para aparecer. Mas existe uma solução. Dê dois cliques onde está escrito xfce4-appfinder:

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Adicione o o texto –disable-server na frente do comando:

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Clique em Ok.

Depois dê dois cliques agora no comando xfce4-appfinder –collapsed:

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Na janela que aparecer, adicione novamente o texto –disable-server na frente do comando:

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Pronto, para testar clique na tecla Windows e espere alguns segundos. Se tudo ocorreu bem aparecerá a tela abaixo:

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Digite o nome de qualquer programa na caixa de texto e verá ele aparecer na parte direita da tela:

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Clique na divisória e araste até o canto esquerdo do programa:

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Ficando desta forma:

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Clique em Preferências:

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Na tela que aparecer marque as opções abaixo:

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Eu particularmente gosto desta maneira.

Mas que tal personalizar o nosso Dash mais ainda? Marcando a opção Ver itens como ícones, ele ficará assim:

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No campo Tamanho do ícone de itens você pode alterar o tamanho dos ícones:

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A configuração que utilizo no meu computador e acho a mais bonita é esta abaixo:

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Para deixar uma aparência mais agradável, você pode redimensionar a tela do programa:

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Eu gosto desta maneira, 3 linhas e 5 colunas. Mas você pode deixar do jeito que gostar.

Se aumentar o programa demais e não conseguir diminuir a tela, clique em Preferências e desmarque a opção Ver itens como ícones. Depois diminua a tela do programa até um tamanho razoável, em seguida marque novamente a opção Ver itens como ícones e deixe a tela do tamanho que achar mais agradável.

Se você não souber como se movimentar entre os programas é fácil: digite no campo de busca o nome do programa, depois clique duas vezes na tecla de seta para baixo, logo após utilize as setas para selecionar o programa, em seguida tecle Enter.

Portanto, a partir de agora, toda vez que você teclar a tecla Windows o Dash do XFCE irá aparecer.

E caso tecle ALT+F2 é a tela abaixo que se mostrará:

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A partir dela é possível executar comando, como por exemplo, iniciar um aplicativo:

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Pressionando simultaneamente as teclas SHIFT+Seta para baixo é possível abrir o Dash:

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Volte ao Gerenciador de Configuração e selecione a opção Sessão e Inicialização:

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Vá até a aba Avançados e deixe todas as opções desmarcadas:

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Na aba Início automático de aplicativo você deve desmarcar os seguintes programas:

  • Applet Blueman – Somente se não utilizar Bluetooth.
  • Gerenciador Bluetooth – Somente se não utilizar Bluetooth.
  • Gerenciador de energia – Se não estiver usando Notebook.
  • Miniaplicativo de fila de impressão – Caso não utilize impressora.
  • Monitor de cópia de segurança – Se não utilizar o programa de backup Deja Dup.
  • Notificador de atualizações – Não vejo necessidade dele iniciar junto com o computador. Utilize o terminal para procurar e instalar atualizações, ou, através do programa manualmente.
  • Protetor de tela – Programa que considero desnecessário.
  • Ubuntu One – Caso não utilize este programa para armazenamento na nuvem, desmarque.
  • XFCE Volume Daemon – Notificação sobre alteração do volume de som. Não vejo necessidade. Mas caso goste, pode deixar marcado.

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  • Zeitgeist Datahub – Não há a mínima necessidade deste programa. Ele é um “espião”, grava todos os softwares e sites abertos. Sendo utilizado principalmente no Unity, mas como estamos no XFCE, deixe desmarcado.

Os programas essenciais que não podem ser desmarcados são estes:

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Agora marque os seguintes programas:

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Se estas opções não forem marcadas, alguns programas(o navegador Chromium, por exemplo) podem apresentar problemas de compatibilidade com o XFCE.

Pronto, ufa!

Fonte:

http://forum.ubuntued.info/viewtopic.php?f=13&t=3233&b=3#IDontExist

Como editar textos com o vi (vim)

Introdução

“vi” é a sigla para “Visual Interface”. A origem desse nome se deve ao seguinte fato: quando o vi foi criado (começo da década de 80), não era comum existirem editores de textos como nos dias de hoje. Naquela época, você digitava um texto mas não podia vê-lo! Isso mesmo! Em 1992, foi criado o vim (Vi IMitator), um clone fiel ao vi, porém com muitas outras funcionaliades, que só foram sendo adicionadas. Algum tempo depois, o vim passou a ser chamado de `Vi IMproved’ (vi melhorado).

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O vim é um dos editores de textos mais utilizados no mundo Unix. Em alguns sistemas, existe um link simbólico (/bin/vi) apontando para o /usr/vim. Em outros, o /bin/vi é o executável, só que executa diretamente o vim. Muita gente acha que usa vi, mas na verdade utiliza o vim, e eles têm algumas diferenças. O que você verá abaixo fala sobre o vim.

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O vim é um editor de textos muito poderoso, ele pode: abrir vários arquivos ao mesmo tempo, possui sistema de autocorreção, auto-identação, seleção visual, macros, seleção vertical de texto, uso de expressões regulares, sintaxe colorida, e muito mais. Ele não é exclusivo do Unix, ou seja, pode ser executado em outras plataformas, como Amiga, MacOS, Sun, Windows entre outras.

Existe também o gvim, que é o vim em modo gráfico, com todas as funcionalidades do vim em pleno funcionamento, o que muda é apenas o modo gráfico mesmo.

O vim possui vários modos, ou seja, estados em que ele se encontra. São eles: modo de inserção, comandos, linha de comando, visual, busca e reposição. Abordarei os dois principais:

Modo de inserção e de comandos

Para identificar o modo (estado) do vim, basta visualizar o rodapé da tela.

Agora, vamos à prática. Para executar o vim, utilize:

$ vi => Abre o vim vazio, sem nenhum arquivo e exibe a tela de apresentação.
$ vi arquivo => Abre o arquivo de nome “arquivo”.
$ vi arquivo + => Abre o arquivo de nome “arquivo”, com o cursor no final do mesmo.
$ vi arquivo +10 => Abre o arquivo de nome “arquivo”, com o cursor na linha 10.
$ vi arquivo +/Copag => Abre o arquivo de nome “arquivo”, na primeira ocorrência da palavra “Copag”.

Ao executar o vim, ele inicia diretamente em modo de comando. Para comprovar, é só olhar na última linha (rodapé) e não vai haver nada lá. Isso quer dizer que você não conseguirá escrever nada, pode digitar a vontade que só vai ouvir beeps. Para começar a escrever, pressione “i” em seu teclado. O vim entra em modo de inserção, que você comprova (como falado anteriormente) pelo rodapé da tela, onde fica a seguinte marcação:

– – — INSERT —

Suponha que você já digitou o bastante, e quer salvar, por segurança. Pressione a tecla ESC para voltar em modo de comandos. E veja os comandos para salvar/sair:

:w => Salva o arquivo que está sendo editado no momento.
:q => Sai.
:wq => Salva e sai.
😡 => Idem.
ZZ => Idem.
:w! => Salva forçado.
:q! => Sai forçado.
:wq! => Salva e sai forçado.

Então, você editou uma boa quantidade de textos e quer salvar:

:w

Agora, quer voltar a editar o texto:

i

Lembre que utilizando o “i” para inserção, a mesma se inicia inserindo texto antes do cursor. Veja agora outros subcomandos de inserção de texto:

A => Insere o texto no fim da linha onde se encontra o cursor
o => Adiciona uma linha vazia abaixo da linha corrente
O => Adiciona uma linha vazia acima da linha corrente
Ctrl + h => Apaga último caracter à esquerda

Voltando ao modo de comando:

Veja agora subcomandos para movimentação pelo texto:

Ctrl + f => Passa para a tela seguinte.
Ctrl + b => Passa para a tela anterior.
H => Move o cursor para a primeira linha da tela.
M => Move o cursor para o meio da tela.
L => Move o cursor para a última linha da tela.
h => Move o cursor para caracter a esquerda.
j => Move o cursor para linha abaixo.
k => Move o cursor para linha acima.
l => Move o cursor para caracter a direita.
w => Move o cursor para o início da próxima palavra (não ignorando a pontuação).
W => Move o cursor para o início da próxima palavra (ignorando a pontuação).
b => Move o cursor para o início da palavra anterior (não ignorando a pontuação).
B => Move o cursor para o início da palavra anterior (ignorando a pontuação).
0 (zero) => Move o cursor para o início da linha corrente.
^ => Move o cursor para o primeiro caracter não branco da linha.
$ => Move o cursor para o fim da linha corrente.
nG => Move o cursor para a linha de número “n”

(susbstitua n pelo número da linha)..
G => Move o cursor para a última linha do arquivo.

Copiando e colando textos no vim (utilizando o mouse)

Selecione o texto necessário com o botão esquerdo do mouse. Quando você for colar, saiba que o texto será colado a partir de onde se encontra o cursor (esse que aparece, às vezes piscando e às vezes não, quando você está digitando). Para colar, depois de ter selecionado o texto, você pode utilizar uma dessas opções:

1) Pressionando o botão direito do mouse;
2) Pressionando o botão direito + botão esquerdo juntos;
3) Pressionando o botão do meio do mouse (mouse de 3 botões);

Observação: Lembre-se que o vim deve estar no modo de inserção.

Usando o modo visual do vim

Entre no modo visual: v
Agora, utilize as teclas direcionais (setas) do teclado, para selecionar o texto desejado.
Pressione e cole, utilizando a tecla “p” (paste).

Veja agora como apagar um determinado texto:

Utilizando normalmente as teclas Backspace/Delete, ou entrando em modo visual (v) e pressionando a tecla Delete.

Você pode remover até o final de uma palavra, utilizando: dw
Pode também remover até o final de uma frase: d$

Desfazendo uma ação

É claro que você pode desfazer uma ação que você considera errado, ou que errou ao digitar o texto. É só utilizar: u
Se você precisar voltar o texto na tela, utilize as teclas Ctrl + r.

Subcomandos para localização de texto

/palavra => Procura pela palavra ou caracter acima ou abaixo do texto.
?palavra => Move para a ocorrência anterior da palavra (para repetir a busca use “n”).
n => Repete o último comando utilizando / ou ?.
N => Repete o último comando / ou ? ao contrário (baixo para cima).
Ctrl+g => Mostra o nome do arquivo, o número da linha corrente e o total de linhas.

Mais opções para remoção de caracteres

x => Apaga o caracter onde o cursor estiver.
dd => Apaga a linha inteira onde o cursor estive
D => Apaga a linha a partir da posição do cursor até o fim.
J => Une a linha corrente à próxima.
:5dd => Removeas próximas 7 linhas a partir da posição do atual do cursor (qualquer número).

Mais para copiar e colar

:yy => Copia a linha onde o cursor se encontra.
:5yy => Copia as próximas 5 linhas a partir da posição atual do cursor.
:p => Cola o que foi copiado na linha abaixo do cursor atual.

Opções para substituição de textos

rCARACTER => Substitui o caracter onde o cursor se encontra pelo caracter especificado em CARACTER.
RTEXTO => Substitui o texto corrente pelo texto digitado (sobrepõe).
cw => Remove a palavra corrente para substituição.
cc => Remove a linha corrente para substituição.
C => Substitui o restante da linha corrente, esperando o texto logo após o comando.
J => Une a linha corrente à próxima.
:s/velho/novo => Substitui a primeira ocorrência de “velho” por “novo” na linha corrente.
:% s/velho/novo => Substitui em todo o arquivo (%) a primeira ocorrência de “velho” por “novo” em cada linha.
:% s/velho/novo/g => Substitui em todo o arquivo (%), todas (g) as ocorrências de “velho” por “novo”.
:% s/velho/novo/gc => Igual ao anterior, mas pedindo confirmação para cada substituição.
:% s/^String[0-9]//gc => Expressões regulares também funcionam, como no sed.
:% s/./\u&/gc => Converte para maiúsculas (\u) o primeiro caracter (.) de cada linha.

Abreviações

:ab => Mostra todas as abbr.
:abc[lear] => Remove todos.
:iab => Apenas para modo de inserção.
:iabc[lear] => Tira todos de inserção.
:cab => Apenas p/modo de comando ( : ).
:cabc[lear] => Tira todos os modos de comando.
:una vc => Tira ab para vc.

Observação: Pontuação, espaço ou o ENTER, disparam a expansão de uma abreviação. Porém, Ctrl+] também pode ser usado, para expandir sem adicionar caracteres.

Opções para o comando SET

:set
autowrite aw => Salva a cada alteração.
backspace bs => Comportamento backspace (1 ou 2).
errorbell eb => Campainha de erro.
expandtab et => Troca tab por espacos.
fileformat=dos ff => Converte o arquivo para DOS.
hidden hid => Preserva o buffer.
hlsearch hls => Elumina a última procura.
ignorecase ic => Case insensitive na busca.
incsearch is => Ilumina procura enquanto digita.
laststatus=2 => Mostra linha de estado.
lazyredraw lz => Não redesenha em macros.
lines=N => Múmero de linhas na tela.
magic => Usar mágicas na procura de padrões.
number nu => Mostra núm da linha.
report=N => Mostra aviso quando N linhas mudaram (0=sempre).
showcmd => Mostra o comando que se está fazendo.
showmatch sm => Mostra o casamento de {},[],().
smartcase scs => Assume “noic” quando tiver maiúsculas.
textwidth=N => Quebra de linha do texto.
undolevels ul=N => Guarde os N últimos comandos para desfazer (padrão=1000).
vb t_vb= => Retira o “beep” de erro.

Agora invertendo maiúsculas/minúsculas

5~ => Inverte os 5 próximos caracteres.
g~$ => Inverte todos os caracteres até o fim da linha.
seleciona, u => Converte para minúsculas.
seleciona, U => Converte para maiúsculas.
seleciona, ~ => Inverte.

Observação: Onde está escrito “seleciona”, é para fazer utilizando o modo visual (v).

Agora veja como definir coluna de quebra de linha (problema que eu tive quando iniciei no aprendizado do vim):

:set textwidth=N

Se você já estiver num arquivo pronto:

:set wm=5 => O número 5 aqui são as colunas que serão “cortadas”.
gqG => Até o final do arquivo.

Vamos ver agora o que podemos fazer pressionando a tecla “Ctrl”:

É claro que é segurando Ctrl + .

No modo de COMANDO:

A => Incrementa um número (Add)
X => Decrementa um número
S => ScrollLock
L => Redesenha tela
V => Modo visual (Visual Vertical)
G => Status do arquivo
M => Início da próxima linha
E => Linha abaixo sem mover cursor
Y => Linha acima sem mover cursor
N => Próxima linha (Next)
P => Linha anterior (Previous)
F => PageDown (Forward)
B => PageUp (Backyard)
U => PageUp / 2 (Up)
D => PageDown / 2 (Down)

Agora, no modo de INSERÇÃO:

A => Insere o último texto inserido
I => TAB
S => ScrollLock
H => BackSpace
T => 2 tab’s no início da linha (Two Tabs)
V => Anula expansão do próximo caractere
J => Enter – quebra de linha
M => Enter – quebra de linha
L => Redesenha tela
R => Insere conteúdo do registrador [a-z] (Veja abaixo)
K => Insere um dígrafo (Veja abaixo)
N => Procura palavra no texto atual (Next)
P => Procura palavra no texto atual (Previous)
Y => Copia caractere que está acima (Yank)

Veja os caracteres especiais:

ga => Mostra o código da letra sobre o cursor.
:dig => Mostra todos os dígrafos disponíveis (tabela).

Exemplos: Para fazer um º, use Ctrl+K,-,o (“Ctrl”+”K”+”-“+”o”).
Para fazer um ½, use Ctrl+K,1,2 (“Ctrl”+”K”+”1″+”2”).

Trabalhando com arquivos e janelas múltiplas

Você pode abrir múltiplos arquivos, por exemplo:

$ vim arquivo1 arquivo2

E pode alternar entre as janelas. Veja:

:wn => Grava o atual e vai ao próximo.
:wN => Grava o atual e vai ao anterior.
:args => Mostra todos os arquivos atuais.
:qa => Sai de todas as janelas de uma vez.
:all => Abre todos os arquivos em janelas individuais.

Tecla chave das janelas = Crtl+W
j, seta abaixo => Move para janela abaixo.
k, seta acima => Move para janela acima.
o => Apenas esta janela, fecha todas as outras (Only).
+, – => Muda o tamanho da janela.
= => Deixa todas as janelas com tamanhos iguais.

Os registradores

“[a-z] => Use o registrador [a-z] para o próximo delete, cópia ou cola.
:reg => Mostra o conteúdo de todos os registradores.
:reg [a-z] => Mostra o conteúdo do registradores [a-z].

Observação: O [a-z] pode ser: 0-9a-z%#:.-=”

Marcas:

m[a-z] => Marca em [a-z] a posição corrente do cursor.
`[a-z] => Vai até a marca [a-z].
“ => Vai até a posição anterior ao último pulo (alterna).
:marks => Mostra as marcas ativas.

Fazendo gravação de seqüência de comandos

q[a-z] => Inicia a gravação de uma seqüência no registrador [a-z].
q[A-Z] => Inicia a gravação, adicionando no registrador [a-z].
q => Pára a gravação.
@[a-z] => Executa a seqüência do registrador [a-z] (5 vezes? 5@a)

Dica: Pode-se colocar o @[a-z] dentro da própria gravação do q[a-z]! Assim ele é executado recursivamente. Muito útil quando há uma procura de padrões na gravação. faz para todas as ocorrências.

Mapeamentos

:map :r!date => Mapeamento em modo de comando.
:imap :r!date => Mapeamento em modo de inserção.
:cmap r!date => Mapeamento em modo linha de comando.
:vmap :r!date => Mapeamento em modo visual.

Exemplos:

“html: negrito no trecho selecionado
:vmap d`pa # html: negrito no trecho selecionado

“liga/desliga autoIndent
:map ,si :set ai!:echo “autoIndent=”&ai

“mostrar os espaços em branco no fim das linhas
:map / *$^M

Através dos mapeamentos é possível “encurtar” comandos, ou seja, abreviá-los. Conheça as sintaxes:

Comment => Ciano
Constant => Roxo
Identifier => Ciano
PreProc => Azul escuro
Special => Vermelho
Statement => Amarelo
String => Roxo
Type => Verde

Todo => Preto, fundo marrom
Error => Branco, fundo vermelho
Ignore => Preto, fundo preto! – esconde

Utilizando o recurso de expandtab

Mas, o que isso faz? Transforma todos os TABs em espaços. Podemos ativar dentro do próprio vim, utilizando o comando:

:set expandtab

Para desabilitar:

:set noexpandtab

Podemos colocar também no arquivo ~/.vimrc a seguinte linha:

set expandtab

O arquivo ~/.vimrc pode ser usado para muitas configurações, e essa é uma delas. Existe ainda o arquivo ~/.exrc, mas não entraremos em detalhes.

Podemos incluir a saída de um comando no vim, utilizando:

:r!comando

Por exemplo:

:r!rpm -q kernel

Incluiria o seguinte resultado, dentro do seu texto (isso na minha máquina):

kernel-2.4.18-3

Dicas diversas do vim:

:xit => Igual :wq, mas só grava se tiver sido alterado algo no arquivo.

:map N_ARQ ^R=expand(“%:t:r”)^M
Imprime no arquivo o próprio nome do arquivo editado quando N_ARQ é digitado.

Agora, veja como alinhar o texto:

:left
:right
:center

E para fazer uma busca de 2 palavras ao mesmo tempo:
/palavra1\|palavra2

O vim é um editor de textos com centenas de opções, comandos, strings… Enão dá para abordar tudo aqui. Por isso, a melhor maneira de conhecê-lo a fundo é usando-o.

Agora, veja quem colaborou com a criação das dicas, e de onde eu tirei tanta informação:

Revista do Linux (Ed. 04 – Vi, vim e venci – Aurélio);
Página do Aurélio (www.verde666.org);
Dicas-L (expandtab) (www.Dicas-L.unicamp.br);
Dicas enviadas pelo amigo Uziel (uhfn@ig.com.br)
Vários tutoriais recolhidos pela internet.

Agradeço a todos aqueles que contribuiram direta e/ou indiretamente com os tutoriais.

Dicas desenvolvidas e gentilmente cedidas por Copag. Publicado em 30_06_2003.

Fonte:

http://www.infowester.com/linuxvi.php

Login no GDM com vídeo de fundo

Nesta dica, iremos aprender a colocar um vídeo rodando ao fundo da janela de login no GDM, o gerendiador de login do Gnome, no GNU/linux Ubuntu.

Seguindo os passos abaixo à risca não haverá erros. Então vamos a eles:

1. Vá em “Sistema > Administração > Janela de início de sessão.

Nesta janela, na aba “Local“, escolha o estilo “Simples com navegador de faces“.

Desmarque também “Imagem“,  “Cor” e “Logotipo“. Conforme mostro na imagem abaixo:

gerenciado de login

2. Feche esta janela.

Agora iremos editar alguns arquivos para que tudo funcione conforme desejamos.

O primeiro arquivo que editaremos será:

1. sudo gedit /etc/gdm/Init/Default

Neste arquivo devemos inserir o comando para que se execute o vídeo desejado. Para tanto, adicione, antes do “exit 0“:

/usr/bin/mplayer -vo x11 -vf scale=1280:800 -ao alsa /caminho do vídeo.extensão -rootwin &

2. Salve o arquivo.

Agora, para terminar,  iremos editar um último arquivo:

3.  sudo gedit /etc/gdm/PreSession/Default

Acrescente a linha abaixo, para matar o processo do vídeo, após o login:

killall mplayer

Esta linha deve ser acrescentada logo no início do arquivo, após o “PATH“.

É isso!

Para quem usa o KDE, aconselho a olharem a referência abaixo, de onde aprendi tal processo:

http://eltiger.wordpress.com/2009/03/15/kdm-gdm-custom

Fazendo o Ubuntu 9.04 reiniciar o X com Ctrl+Alt+Back

O novo Ubuntu, a versão 9.04, codinome Jaunty Jackalopy, nos trouxe várias novidades, como por exemplo o tipo de formatação ext4 entre outras.

Mas também deixou desabilitado (pelo menos por aqui) a capacidade de se reiniciar o X com as teclas Control+Alt+Backspace. É isso que iremos fazer agora: reabilitar esta função.

Para que isto ocorra, devemos editar o arquivo  /etc/X11/xorg.conf que, como sabemos, é o arquivo onde se configura o ambiente gráfico, ou seja, o comumente chamado de “X“. Siga então os passos abaixo:

1. Abra o terminal e digite:

$ sudo gedit /etc/X11/xorg.conf

2. Verifique se já tens a opção abaixo, caso contrário, insira no final do arquivo:

Section “ServerFlags”

Option “DontZap”            “false”

EndSection

3. Agora reinicie o sistema.


Caso queira obter mais informações sobre como configurar o xorg.conf, é só digitar no terminal:

$ man xorg.cof

É isto. 😉

Queda de energia com o apt-get funcionando…

Certa vez, ao instalar um programa (não me lembro qual) com o comando apt-get, o computador foi desligado com falta de energia. Alguns dias depois, ao ligar o micro, fui usar o synaptic e nada foi possível se fazer, acusando erros mil!!!

Pesquisando por aí, achei a solução: houve uma “quebra” no funcionamento do apt-get, que seria o instalador do Ubuntu e derivados Debian. A solução, muito simples (agora, mas depois de várias horas de busca pela net!), seria executar, via terminal, o comando:

$ sudo dpkg –configure -a

Pronto. Desta forma, o sistema termina de baixar e instalar o que havia parado anteriormente de forma brusca.

Não se esquecendo que imediatamente antes de “configure” seriam dois hífens, e não um traço único contínuo, blz?