TUTORIAL BÁSICO PARA INSTALAR O HACKINTOSH

Foi utilizado este Hardware:

Hardware

* Configurações mínimas são:

a.) 2 GB de RAM, processador intel (de preferencia da serie “i”), porém no site diz funcionar em AMD, AMD64, Especifico HP, AMDFX e Atom também. —› (para amd use o comando no boot amd, amd64 ou amdfx, intel não precisa);

b.) Placa de video Nvidia, placa ATI não funciona a renderização 3D a partir da versão R7 (anteriores não tive como testar);

c.) Trocar o gerenciamento IDE por AHCI na bios é um passo muito importante; e,

d.) Formatar as partições pelo próprio aplicativo da distro apagando todo o HD e criando uma nova partição de no máximo 1TB pois o gerenciador de boot não inicia em partições maiores;

e.) Criar uma partição Mac (não se preocupe ela já vem previamente selecionada, recomendo que leia a respeito pra não fazer merda); e, depois,

f.) Mande instalar no HD selecionado. —› Ele leva em torno de 23 a 40 min para instalar. Depende da máquina;

g.) Depois configura sua conta; —› NÃO DEIXE O PC REINICIAR ANTES DISSO, caso contrário, daerrado.

OBS.: Recomendo que fique perto do PC e espere terminar a instalação pra não precisar fazer tudo novamente.

h.) Bom depois disso basta atualizar o sistema para a versão 10.9.5 pela APPStore mesmo e já era;

i.) Depois tem a questão das kexts, mas isso varia de PC para PC.

Espero ter ajudado. está o link para download, a distro tem 5,08 Gb, então vc vai precisar gravar em uma mídia Dual Layer (ou DVD9 se preferir).

ONDE BAIXAR:

https://kickass.so/niresh-mac-os-x-mavericks-10-9-0-dvd-iso-image-with-amd-intel-t8565650.html

OU:

http://hackintosh.zone/hackintosh-downloads/download/75-niresh-mac-os-x-mavericks-109-with-amd-intel-usb/

Checando badblocks em uma unidade de HD

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BAD BLOCKS são setores defeituosos existentes na mídia magnética do HD. Eles surgem por envelhecimento na mídia, movimentação brusca do HD energizado, fonte de alimentação de má qualidade, picos de tensão na rede elétrica ou defeitos de fabricação.

Na realidade, todo HD modermo possui alguns bad blocks que aparecem durante a sua montagem. Os fabricantes reservam uma pequena área do HD para marcar estes setores como defeituosos. Esta lista (P-LIST) é gravada no firmware do dispositivo. Como o firmware não é acessível sem o uso de equipamento especializado, eles ficam invisíveis para o usuário final.

Com o uso constante, outros bad blocks podem começar a aparecer. Os fabricantes reservam uma outra área do HD, para que estes setores sejam automaticamente re-alocados e marcados como BAD numa listagem chamada G-LIST. A G-LIST é visível ao usuário e tem um tamanho definido. Ao atingir o seu máximo, os bad blocks começam a ficar visíveis para o usuário!

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Nesta dica, vamos ver como verificar/testar suas partições de disco rígido (incluindo drivers de disco rígido USB). Bad Sectors são setores que estão danificados e não podem ser usados ​​para armazenar dados em um disco rígido. Badblocks irá detectar todos os blocos defeituosos no seu disco rígido e armazená-los em um arquivo de texto para que você possa usá-lo com e2fsck para configurar o seu sistema.

ATENÇÃO: Nós não somos responsáveis ​​por qualquer mau uso dos comandos dados abaixo. Use com cuidado em seu próprio risco!

Método 1:

1. Para saber os nomes dos discos rígidos e dispositivos USB montados em seu sistema, execute o comando:

$ sudo fdisk-l

2. Para fazer o scanner e gerar o arquivo em seu disco rígido para os setores danificados, execute este comando:

$ sudo badblocks -v /dev/sda1 > bad-sectors.txt

Mude / dev/sda1 com o seu nome próprio dispositivo. O arquivo de texto contendo todos os blocos ruins a serem gerados serão nomeados bad-sectors.txt.

3. Quando a verificação for concluída e se for detectado os setores ruins estes serão relatados, você pode usar o arquivo de texto gerado com o utilitário de linha de comando o e2fsck  (disco rígido deve estar desmontado):

$ sudo e2fsck -l bad-sectors.txt  /dev/sda1

Seu sistema irá ignorar todos os setores defeituosos detectados pelo badblocks.

4. Para obter mais ajuda sobre badblocks e2fsck, execute um desses comandos no terminal:

$ man badblocks

OU

$ man e2fsck

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Método 2:

Método read-only

Este é o método mais seguro que eu conheço, apenas lê os dados e pode ser utilizado num disco que está montado.

Simplesmente verifica cada bloco que pode ser lido, não testa por erros de escrita:

$ sudo badblocks -sv -c 1024 /dev/sda

Método read-write

Método “non-destructive” que testa cada bloco lendo, escrevendo e verificando.

$ sudo badblocks -nsv -c 10240 /dev/sda

Método write test

Esse comando vai apagar todos os dados da unidade escolhida, use com cuidado. Ele vai escrever em cada bloco e verificar por erros.

$ sudo badblocks -wsv -c 10240 /dev/sda

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Exemplo do resultado usando o método read-only:

badblocks -s -v -c 10240 /dev/sda
Checking blocks 0 to 195360983
Checking for bad blocks (read-only test): done
Pass completed, 0 bad blocks found."

Em uma rápida análise dos parâmetros:

* -s = mostrar progresso

* -v = verbose mode

* -c 10240 = checar 10k blocos por vez

* -n = non-destructive read-write

* -w = destructive write-mode

Fontes:

http://www.sempreupdate.com.br/2012/12/como-checar-setores-defeituosos-em-hd.html

http://manuallinux.wordpress.com/2010/07/16/checando-badblocks-no-ubuntu/

A ligeira raposa marrom ataca o cão preguiçoso

A ligeira raposa marrom ataca o cão preguiçoso. Talvez a maioria das pessoas não saibam, mas esta frase está contida no Microsoft Word, apenas para uso, creio eu, didático para a explicação das funcionalidades de formatação do Processador de Textos mais usado do planeta. Bem, esta frase fazia parte do meu cotidiano há 4 anos atrás, quando eu era instrutor de um curso de Informática, e fazia com que os alunos digitassem =rand(1,10) num documento em branco para gerar repetidas vezes a tal frase.

Entretanto…

Como sabemos que a cultura de nosso país é “xerox falhada dos States”, os cidadãos que fizeram a tradução do Microsoft Office nem se deram ao trabalho de buscar o significado desta frase em INGLÊS: The Quick Brown Fox Jumps Over The Lazy Dog.

Senhoras e senhores, apresento-lhes o Pangrama!!! (O quê?? traduz…) Segundo o Wikipédia,“Pangrama, ou pantograma, é uma frase com sentido em que são usadas todas as letras do alfabeto de determinada língua. A palavra vem do grego, “pan” ou “pantós” = todos, + “grama” = letra.” Sendo assim, “The Quick Brown Fox Jumps Over The Lazy Dog” jamais deveria ser traduzida como “A ligeira raposa marrom ataca o cão preguiçoso”, e sim por algum pangrama português, como:

  • “Um pequeno jabuti xereta viu dez cegonhas felizes.” (putz!)
  • “Gazeta publica hoje no jornal breve nota de faxina na quermesse.” (puuutz!!!)

 

O word incorporou esta facilidade, permitindo que, com uma pequena função, o técnico pudesse gerar a frase n vezes. O que estragou foi a tradução. Mas tudo vale apenas como uma mera curiosidade do Word da MSoffite.

PS: Tente você também, no Microsoft Word, digitar =rand(1,10) e teclar ENTER em seguida…

Manjaro GNU/Linux, o ARCH para iniciante

Bom pessoal, como estou de férias, estou a testar distros. E deixei de lado o Sabayon e fui pro Manjaro XFCE 4.10:

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Daí, instalei alguns programas básicos e tentei instalar o “compiz”. Pra minha surpresa, o PAMAC já vem com um compiz-xfce prontinho pra ser instalado, onde tudo funcionou muito bem.

Depois disso passei a querer transformar o meu Manjaro em Arch. E consegui:

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O screenshot acima mostra o Manjaro/Arch com o Clementine tocando “Sleeping Sun” de Nightwish, e o dock “Cairo-dock”, que é o meu preferido.

“TER SEMPRE O SOFTWARE ATUALIZADO, ESTAR SEMPRE COM AS ÚLTIMAS VERSÕES NEM QUE SEJAM EM BETA OU MESMO EM ALPHA.”

É assim que quero sistemas operacionais agora.

Como nesta altura já sabemos, o Manjaro é derivado do Arch, logo podemos nos aproveitar disso, como por exemplo ter o AUR (Arch User Repository) que é um repositório da comunidade Arch Linux, completamente a cargo da comunidade, onde vamos encontrar todo o Software que não está disponível nos repositórios oficiais do Manjaro.

Para instalar o AUR:

$ sudo pacman -S base-devel fakeroot git

Daí, teremos uma janela assim:

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Pressione Enter, pois todos os pacotes são necessários.

Sempre que aparecer : Continuar a instalação? [S/n] pressione Enter ou S + Enter

Apesar de serem muitos pacotes, a instalação é rápida.

Além do pacman, podemos utilizar o yaourt ou o packer. Para isso:

$ sudo pacman -Sy yaourt packer

Agora vamos sincronizar o repositório AUR :

$ yaourt -Syu

OU

$ packer -Syu

A partir de agora, sempre que quiser instalar algo, basta colocar:  yaourt -S  <pkg>

Se preferir primeiro ver que versão estão disponíveis, faça: yaourt -Ss <pkg>

Exemplo :

$ yaourt -Ss liferea

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Como pode ver no exemplo, o liferea está disponível em varias versões, basta escolher o que preferir.

Se preferir instalar via interface gráfica, é só abrir o “Pamac“:

Menu Iniciar > Software > Adicionar/Remover Software (Package Manager):

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OBS.: Use o Package Manager apenas se quiser instalar Software que se encontre nos repositórios do Manjaro.

ENTÃO E COMO É QUE EU INSTALO O TAL SOFTWARE SEMPRE ATUALIZADO? DO REPOSITÓRIO AUR!

Abra o Terminal ( Shift + Ctrl + N ) e faça copy/paste desta linha de comando:

$ sudo yaourt -S aurqt

Quando lhe aparecer “Edit PKGBUILD ? [Y/n]“ pressione N (faça sempre isto, a não ser que saiba o que esta a fazer e queira editar algo).

Mas quando lhe aparecer “Continue building aurqt  ? [Y/n]” pressione Y… O mesmo para Continuar a instalação, confirme.

Abra o Menu Iniciar, procure por aurqt e abra.

Agora sim, temos todas as versões:

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Evite instalar as que estão com cor vermelha na “Version” (Versão), ou não recebem atualizações a muito tempo ou nem vão receber mais atualizações.

Repare que as janelas que estão dentro do próprio aurqt são ajustáveis, tal como as colunas do “Search” (da procura) por exemplo.

Pra quem quiser mais, existe ainda o “Octopi“:

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Como podemos ver, o sistema Manjaro, além de simples de instalar e usar, possui muitas ferramentas úteis para instalação/remoção de aplicativos. E os que não houverem em nenhum repositório, é só baixar o código-fonte e compilar.

Por exemplo, eu quis instalar o pacote “aBíblia“, que se enquadra na explicação acima. Daí fui ao site do aplicativo:

http://comunidadeabiblia.net/abiblia-software/downloads/

Baixar o fonte, que é pra ARCH:

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E depois seguir as instruções, dentro do arquivo baixado, para instalá-lo:

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Eu ainda brinquei de instalar programas de windows via wine. Vejam o winamp:

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Fontes:

http://linuxtugaz.wordpress.com/2013/11/01/o-que-fazer-depois-de-instalar-o-manjaro/

http://comunidadeabiblia.net/abiblia-software/downloads/

http://manjaro.org/

Firefox em pt-BR

Como estou a usar o Sabayon e ele vem por padrão o Chromium como navegador de internet, eu instalei o Firefox, porém, ele veio em inglês. Isto não seria problema pra mim, porém não sou o único a utilizar este notebook, tive que passar ele para português-brasileiro.

Para isso, precisamos do arquivo .xpi que corresponde à versão do Firefox instalada. Isso pode ser conseguido neste caminho de URL:

http://releases.mozilla.org/pub/mozilla.org/firefox/releases/25.0.1/linux-x86_64/xpi/

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Eu tirei um screenshot no ambiente fluxbox acima.

Escolha a tua versão e tenha o Firefox em pt-BR.

É isso!